"...Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte
ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus..."

Apocalipse 14:9-10


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Neste poema o autor, Maltibie Davenport Babcock, nos traz a mensagem da presença , do caráter, do poder e do propósito de Deus. Não é simplesmente um cântico descrevendo a natureza, mas uma apreciação madura, colocada com beleza, de confiança plena nos caminhos e julgamentos de Deus, nosso Pai.

O Pr. Babcock tinha um amor genuíno pelas belezas da natureza criada por Deus. Costumava dizer quando saía da cidade: “Vou ver o mundo de meu Pai”. Calcula-se que foi numa dessas longas caminhadas no campo, apreciando a natureza e em comunhão com o seu Pai, que foi inspirado a escrever sua poesia de dezesseis estrofes que conhecemos com “O Mundo é de Meu Deus”.

Maltbie Babcock ( 1858-1901) era de uma família socialmente proeminente do Estado de Nova Iorque, EUA. Excelente estudante, destacou-se na universidade em atividades atléticas, dramáticas e musicais. Tocava órgão, piano e violino. Depois de formar-se pelo Seminário, tornou-se um notável pastor presbiteriano, com um ministério extraordinário entre os universitários. O Dr. Babcock faleceu repentinamente durante uma viagem à Terra Santa, em 1901.

O compositor, Franklin Lawrence Sheppard (1852-1930), empresário nascido e criado em Filadélfia, Estado de Pensilvânia, EUA, estabeleceu-se em Baltimore, Estado de Maryland. Lá uniu-se com a igreja presbiteriana, participando duma maneira muito significativa na denominação. Muito dotado em música, sempre servia sua igreja, ora como organista, ora como diretor de música da Escola Dominical. Foi presidente da Junta de Publicação Presbiteriana. Serviu também na comissão editorial do Hymnal, o hinário presbiteriano de 1911. Era grande amigo de Babcock, e desta amizade resultou este hino que hoje está em hinários ao redor do mundo.

Bibliografia: Haeussler, The Story of Our Hymns, p.117, In; Reynolds, William J., Companion to Baptist Hymnal, Nashville, TN, Broadman press, 1976 p. 225-226


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